Domingo, 13 de Maio de 2007

Sair da tua vida

“Mas debaixo do bolso perdeu-se um coração que já deve ter sido meu, e eu acho que não aguentavas o vazio, por isso retiro-me da tua vida pensando que assim não te vou magoar, sabendo que, por tudo o que partilhámos e sonhámos juntos, abri sem querer uma ferida que não sei como tapar.
 

 

Nazarenas e matrioscas – Margarida Rebelo Pinto

 

Clauclau às 17:11

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1 comentário:
De aspalavrasnuncatedirei a 13 de Maio de 2007 às 19:40
As «feridas» só cicatrizam quando um dia forem lambidas por um novo amor.
Beijinhos

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