Sábado, 9 de Junho de 2007

Vidas alheias

 “A sua existência era o que era, e o que tina sido: um dia após o outro, sem rasgos, sem euforia, sem aventura. Vendo bem, e apesar de tudo, sem as desilusões profundas, os desgostos inultrapassáveis, de que facilmente tomava conhecimento nas vidas alheias, desde que se desse ao trabalho de debruçar-se nelas, afastar os véus que as fazem parecer normais, calmas aceitáveis e iguais umas às outras."
 
Praia das Maçãs - Margarida Faro
 
 

Clauclau às 22:25

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