Domingo, 17 de Junho de 2007

Aquilo que os homens já esqueceram

 “Os homens já se esqueceram que apesar das nossas carreiras de sucesso, dos nossos ordenados confortáveis, da nossa independência e autonomia somos mulheres que gostamos de nos sentir seguras e protegidas, que precisamos que nos digam de vez em quando que estamos bonitas, que às vezes o que mais nos apetece é poder ficar em casa a brincar com os filhos e a folhear revistas e escolher o modelo das cortinas do quarto, ou ir à ginástica e ao cabeleireiro, ler romances de água com açúcar, ter tempo para fazer uma sobremesa deliciosa, abrir o vinho e acender as velas para o jantar.”
 
As crónicas da Margarida – Margarida Rebelo Pinto

Clauclau às 16:28

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4 comentários:
De aspalavrasnuncatedirei a 17 de Junho de 2007 às 18:02
E são coisas tão simples, aquelas que desejamos, que parece impossivel que eles não percebam.
Beijinhos.
De Clauclau a 24 de Junho de 2007 às 12:41
Os homens acham que se tivermos um bom carro, uma boa casa, um bom emprego, e algumas semanas de férias num sítio agradável, tudo isto proporcionado por eles, que não precisam se esforçar mais, porque já nos deram tudo o que precisávamos para ser feliz. Esquecem-se é que desde muito cedo, a ideia do amor e de uma cabana, faz-nos dar valor às pequenas coisas. E mesmo quando descobrimos que o amor e a cabana não são suficientes, continuamos a necessitar daquelas pequenas coisas para nos sentirmos felizes.

beijos
De noche a 9 de Agosto de 2007 às 13:20
ainda não sei se a culpa foi só minha... sou um bocado parvo as vezes mas acho que lhe dava atenção e amor

se calhar por não passar a ideia de macho man é que ela se fartou
De Clauclau a 9 de Agosto de 2007 às 17:33
Pois o AFL queria alguém submissa. Uma mulher como a mãe, as irmãs ou as cunhadas. Nenhuma trabalha, nenhuma tem o seu ganha pão, nem a sua independência. Todas se tornaram em escravas do trabalho doméstico e da família. Ele não entendia que eu necessitasse de sair, de dançar, de trabalhar, de comprar as minhas coisas, com o meu dinheiro. Detestava quando ele afirmava que o que ele ganhava dava para vivermos os dois sem necessidade de eu trabalhar. Hoje sei que para que a relação alguma vez desse certo tinha que ceder a todas as suas vontades, e transformar-me naquilo que nunca desejei vir a ser: uma escrava, com dono!

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