Terça-feira, 1 de Janeiro de 2008

Dar sentido à vida

“Vejo à minha volta muita gente solteira ou separada, mais ou menos confortável com o celibato em que vive gozando a liberdade e autonomia que só este pode oferecer, mas sinto, no fundo do coração de tantos meus amigos tão queridos o desejo indelével de um dia encontrar alguém que possam amar sem limites, que lhes entre pela vida adentro e lhes dê mais sentido e alegria à existência, alguém com quem possam construir uma vida, um projecto, um futuro feito de paz e serenidade. E depois vejo esses meus amigos e amigas de formulário debaixo do braço, estudando os vários candidatos como se de uma prova de admissão se tratasse, consultando permanente a sua lista de pós e contras, à espera de encontrar aquele que obtém melhores resultados.”

As crónicas da Margarida - Margarida Rebelo Pinto

Clauclau às 00:58

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Sexta-feira, 19 de Outubro de 2007

Não se pede amor

“Ele é que não gosta de ti da mesma maneira, e tu tens de aprender, duma vez por todas, que não se pede amor a ninguém, nem se dá a quem não merece. Mais vale estar sozinha que prolongar essa tristeza.”

Alma de pássaro – Margarida Rebelo Pinto

Clauclau às 23:51

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Quinta-feira, 18 de Outubro de 2007

Voltei por ti

“Hoje voltei por ti, não para ti e eu respondi eu sei querido, só as mulheres é que fazem isso pelos homens, mas não me importa. Tê-lo outra vez nos meus braços, agora, é tudo. E, amanhã, logo se vê.
Alma de pássaro – Margarida Rebelo Pinto
Clauclau às 22:23

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Quarta-feira, 17 de Outubro de 2007

Voltar a ter

“Apetece-me voltar a vê-la, apertá-la outra vez nos meus braços, sentir-lhe o hálito fresco e o cheiro inconfundível, deitá-la na cama e amá-la com paciência e cuidado, como sempre fiz.

Alma de pássaro – Margarida Rebelo Pinto

 

Clauclau às 22:20

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Terça-feira, 16 de Outubro de 2007

Perder o medo de amar

“Foi com ela que perdi o medo de amar e de me entregar a alguém.

 

 

Alma de pássaro – Margarida Rebelo Pinto
Clauclau às 22:18

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Segunda-feira, 15 de Outubro de 2007

Não sentir falta

“Não sinto falta dela. A vida ensinou-me a não sentir a falta de ninguém, e aceitar a perda e a morte com um sorriso cínico e um conformismo quase inato, e deve ser por isso que me transformei neste bicho estranho.

 

Alma de pássaro – Margarida Rebelo Pinto

 
Clauclau às 22:15

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Domingo, 14 de Outubro de 2007

Marcas dos primeiros anos

“Cada vez estou mais convencida de que os primeiros dez anos de vida marcam para sempre o ser humano. O que se come, como se dorme, onde se vive...”
Nazarenas e matrioscas – Margarida Rebelo Pinto
Clauclau às 22:08

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Sábado, 13 de Outubro de 2007

Quando estás comigo

“Quando estás comigo és outra pessoa, talvez te sintas livre, talvez deixes de te olhar no espelho para saborear melhor o meu corpo, talvez estejas mais perto de ti do que quando constróis o teu personagem perfeito e o engomas à luz da realidade que criáste.

Nazarenas e matrioscas – Margarida Rebelo Pinto

Clauclau às 22:05

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Sexta-feira, 12 de Outubro de 2007

A vida ensinou-me

“A vida ensinou-me a aceitar em vez de querer, a esquecer em vez de julgar, a não guardar rancor e a dobrar a tristeza, sem nunca deixar de amar, proteger aqueles que já fizeram parte dela.”
Nazarenas e matrioscas – Margarida Rebelo Pinto
Clauclau às 20:42

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Domingo, 5 de Agosto de 2007

Amores quase possíveis

“... Os amores quase possíveis, ao contrário dos impossíveis, não são os melhores, com mais charme e pergaminhos, mais eloquentes e requintados. Não. São pessoas como nós, que nós aceitamos com as qualidades e os defeitos com que nasceram e que nunca correm o risco de subir ao pedestal e cair dali abaixo. Os amores quase possíveis são aquelas pessoas com quem nós pensamos às vezes que podíamos ter uma relação e que nunca tivemos. Mas tal assunto nunca nos preocupou nem nos tirou horas de sono. Acontece frequentemente entre grandes amigos de sexo diferente, que pelo facto de serem tão amigos há tantos anos não se sentem à vontade para dar à pacífica e segura amizade rumos sinuosos quando não tempestuosos e imprevisíveis."
As crónicas da Margarida – Margarida Rebelo Pinto

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