Sábado, 5 de Janeiro de 2008

Cura do amor

“Se Jim fosse outro, talvez nesta altura olhasse para trás e sorrisse ou assumisse uma expressão tranquilizadora para aliviar a tensão que se vai acumulando, mas não é pessoa para isso. Pensa que na absoluta solidão deste momento se joga uma partida decisiva. E que dentro de uma hora ou menos a sua vida estará para sempre mudada. Ela vai aparecer. De certeza. E ele vai colocar a mão – e a vida – na mão dela, acreditando, como manda a sua religião, na perenidade do amor, acreditando nele como um fim e um propósito e mesmo um destino; acreditando que a monotonia e o tédio da vida, de arranjar um emprego e ganhar o sustento, podem ser transformados por isso. E enquanto espera percebe que nada do que está a acontecer é normal, e que está num tempo e num lugar em que o amor se escreve com «a» minúsculo e que a fé que tem é uma espécie de exagero bizarro. Não quer saber. Será o sacerdote da paixão, da devoção. Kate Lynch é a primeira mulher que alguma vez amou. É a mulher a quem acha que o amor vai curar de todas as feridas, sem perceber ainda que é a si próprio que se quer curar pelo amor.”

 

Dizei uma palavra e eu serei salvo – Niall Williams

Clauclau às 21:11

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Quarta-feira, 2 de Janeiro de 2008

O mesmo desejo

"Existe sempre alguém querendo exactamente a mesma coisa que tu desejas."
 
Veronika decide morrer – Paulo Coelho
Terça-feira, 1 de Janeiro de 2008

Dar sentido à vida

“Vejo à minha volta muita gente solteira ou separada, mais ou menos confortável com o celibato em que vive gozando a liberdade e autonomia que só este pode oferecer, mas sinto, no fundo do coração de tantos meus amigos tão queridos o desejo indelével de um dia encontrar alguém que possam amar sem limites, que lhes entre pela vida adentro e lhes dê mais sentido e alegria à existência, alguém com quem possam construir uma vida, um projecto, um futuro feito de paz e serenidade. E depois vejo esses meus amigos e amigas de formulário debaixo do braço, estudando os vários candidatos como se de uma prova de admissão se tratasse, consultando permanente a sua lista de pós e contras, à espera de encontrar aquele que obtém melhores resultados.”

As crónicas da Margarida - Margarida Rebelo Pinto

Clauclau às 00:58

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