"E que te interessa, afinal, saber se eu sou feliz, assim? Por que me perguntas sempre isso, quando me encontras? Por que te satisfaz tão fraca desforra, como se a tua sobrevivência já só se pudesse alimentar da minha impossibilidade de ser feliz?
E por que não és feliz, então? Tu que tens tudo para isso e que és livre, nada te prende e nada deves a ninguém senão a ti próprio? Por que permaneces amarrado a mim como o último marinheiro de um navio velho que nunca mais navegará e que, em lugar de embarcar noutro barco e com outro destino, permanece grudado na ponte de comando inútil, envelhecido com o sue barco, ressequido e amargo? Gozando o caos e a ruína, o sabor a coisa gasta."
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