"Na verdade, ela mesma armara a teia, forçando o encontro na floresta; colocara-se estrategicamente num local onde ele passaria quando voltasse, de modo que tivesse alguém com quem conversar, talvez mais uma promessa a ouvir, alguns dias de sonho com um possível novo amor e uma viagem sem volta para além do vale onde nascera. O seu coração já fora ferido várias vezes, e ainda assim acreditava que encontraria o homem da sua vida. No começo deixara escapar muitas oportunidades, achando que a pessoa certa ainda não tinha chegado, mas agora sentia que o tempo corria mais depressa do que pensava, e estava pronta a deixar Viscos com o primeiro homem que se dispusesse a levá-la, mesmo que não sentisse nada por ele. Com toda a certeza aprenderia a amá-lo – também o amor era uma questão de tempo."
O demónio e a senhorita Prym – Paulo Coelho
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