Sexta-feira, 30 de Maio de 2008

Não estar apaixonada

 “Achei que era bastante simpático”, assim se referiu Gillian ao homem com quem havia casado. “Bastante simpático!” Abanou a cabeça, incapaz de acreditar que alguma vez pudesse ter pensado dessa forma. “Não estava apaixonada, quando me casei com o Sam. Acho que o fiz porque já tinha vinte e nove anos e não sabia se voltaria de ter outra oportunidade. Todos os homens de quem eu mais gostara me tinham abandonado, e por isso pensei que era talvez o melhor que podia fazer.

Actualmente com quarenta e três anos e uma filha de treze, Gillian ficava deprimida ao pensar como os anos tinham passado sem que tivesse havido melhorias na relação. Perguntei-lhe por que motivo se tinha casado com um homem que não amava .”
 
 

A verdade sobre os grandes casamentos – Dr.ª Robin L. Smith

Clauclau às 17:09

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Sexta-feira, 23 de Maio de 2008

Casamento - sinónimo de pena de prisão

“Casar não é propriamente “cumprir pena de prisão”. O casamento não é uma condenação à dor, à humilhação e ao sofrimento perpétuos, nem tão pouco um trabalho pesado. E eis uma notícia surpreendente: o amor não faz sofrer. Um bom casamento não faz sofrer.

O sofrimento resulta do confronto entre as ilusões que você traz para a relação e a verdade do que significa viver com outro ser humano. Se acredita que no dia do seu casamento irá entrar para um mundo de sonho e que será levada aos céus numa nuvem branca, sofrerá amargamente quando de novo descer à terra. A única maneira de evitar o choque lancinante e a dor residual que persiste durante anos é renunciar à fantasia romântica e ir buscar a felicidade ao mundo real. Confie em mim, não é tão deprimente quanto parece. A realidade pode ser bem mais alegre e apaixonante do que qualquer conto de fadas.”
 
 
A verdade sobre os grandes casamentos – Dr.ª Robin L. Smith
 
 
 

Recados Para Orkut

 


 

Quarta-feira, 7 de Maio de 2008

Contos de fadas

“Se procura um Príncipe Encantado que a desperte do marasmo da sua vida com o poder de um beijo mágico, não se esqueça de que a fantasia termina precisamente aí. Nada sabemos sobre a vida da bela acordada e do seu príncipe, depois de ambos partirem a cabalo. É precisamente o facto de desconhecermos o resto da história que faz com que os contos de fadas estejam tão bem preservados. Tanto quanto sabemos, a Bela Adormecida terá posteriormente confrontado o Príncipe, dizendo-lhe: “Obrigada pelo beijo, mas isto não está mesmo a resultar.” Ou, então, o príncipe terá acabado por lhe confessar: “Amava-te quando estavas adormecida, mas agora que acordaste, já não te suporto.”
 
  

A verdade sobre os grandes casamentos – Dr.ª Robin L. Smith

 

Clauclau às 10:34

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Domingo, 27 de Abril de 2008

Ilha deserta

“Quando se vive uma grande paixão, a ideia de estar sozinho numa ilha deserta com o seu amado pode parecer bastante atraente. No entanto, depressa nos aborreceríamos se esse sonho se tornasse realidade.”
  

A verdade sobre os grandes casamentos – Dr.ª Robin L. Smith

Segunda-feira, 21 de Abril de 2008

Só aceitarei

"Actualmente, só aceitarei ficar ao lado de um homem que me respeite e honre, e a quem eu possa também honrar e respeitar. Só aceitarei ficar ao lado de um homem que seja suficientemente sensato para não deitar tudo a perder por um vício. Jamais ficarei com alguém que tenha de escolher entre mim e uma substãncia, ou entre mim e outra mulher. Só aceitarei ficar ao lado de um homem cuja fidelidade, quer sexual, quer emocional, faça parte do seu sistema de valores, um homem que tenha escolhido viver na verdade, porque essa verdade habita a própria essência do seu ser."

A verdade sobre os grandes casamentos - Dr.ª Robin L. Smith

Clauclau às 10:14

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Quarta-feira, 16 de Abril de 2008

Viver uma mentira

"Sei o que é viver uma mentira - querer desesperadamente manter uma relação, ao ponto de me tornar invisível. Sei o que é o cansaço de tentar manter uma falsa aparência sem alicerces sólidos."

A verdade sobre os grandes casamentos - Dr.ª Robin L. Smith

Domingo, 13 de Abril de 2008

Mais valia ficar quieta

“Se de cada vez que isso acontece, ficas nesse estado, mais valia ficares quieta! Mete os dedos numa tomada de corrente! Toma duches frios! Bebe água quente em jejum!
-         Merda de feitio!
O que é que esperavas? Fogo de artificio e paixão, nestas condições? Nessa idade? Acorda, mulher! A tua adolescência ficou no princípio do século. A vida não é a parvoíce que tu queres. Sabes onde é que podes meter a mania dos sonhos?
-         Cabra! Tenho tanto direito como qualquer outra pessoa!
 
Praia das Maçãs - Margarida Faro
Clauclau às 01:15

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Segunda-feira, 31 de Março de 2008

Reconhecer

"Porque é que não reconhecemos que, de facto, é triste não esperarmos ninguém e acordarmos sozinhos ao sábado de manhã? Não termos um aconchego para o espírito, nem ninguém realmente especial para telefonarmos, simplesmente a contar as notícias banais do dia?"
 
Palavra de mulher – Maria João Lopo de Carvalho
Clauclau às 17:23

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Sábado, 29 de Março de 2008

Relacionamentos

“Se ela desejava um homem e se ele também a desejava, faziam então todo o sentido que rapidamente estabelecessem uma relação de forma a satisfazer os respectivos apetites sexuais. Nesta linha, faria também sentido que prosseguissem este tipo de relacionamento enquanto ambos o desejassem e que o interrompessem assim que deixassem de se desejar mutuamente.” 
 
Contigo esta noite – Joana Miranda
Quinta-feira, 27 de Março de 2008

Doce obrigação

“Nos primeiros tempos não fizemos nada. Fazíamos amor em todo o sítio e todos os dias, sem falhar um, houvesse regras ou não houvesse. Era uma doce obrigação. Eu era faminto, sexualmente faminto. Ela não era menos. Dir-se-ia que tínhamos nascido para fazer amor. Esquecíamo-nos de coisas triviais, tais como jantar, por causa da dita obrigação. Não sei o que acontecia com os outros casais. Connosco era assim. Uma, duas, três vezes por noite. Acordava às três da manhã, excitado, efervescente e despertava-a para mim e ela deixava-se ir. Durante quatro ou cinco anos não olhei para mais nenhuma mulher. Andava a cair de sono pelos cantos, depois de noites longas de sexo e prazer. Sexo contido, entenda-se, não era a selvajaria de hoje em dia. Não havia gritos pelo meio, percebe?”

O espelho da Lua – Joana Miranda

Clauclau às 17:13

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