“Quando eu era o meu próprio patrão, descobri que era difícil trabalhar durante aquilo que pudesse ser considerado um longo período de tempo. O meu patrão estava sempre a dar-me a tarde de folga. Por vezes, também me dava a manhã de folga. Às vezes dizia-me: «Olha, já trabalhaste tanto hoje, que tal se amanhã tivéssemos um dia de descanso bem merecido?». Se eu, de manhã, me deixasse adormecer, ele nunca me telefonava a perguntar onde me tinha metido, se me atrasava a chegar ao meu posto de trabalho, ele chegava sempre precisamente ao mesmo tempo que eu, qualquer que fosse a desculpa que eu desencantasse, ele acreditava sempre nela. Ser o meu próprio patrão era fantástico. Já ser o meu próprio empregado, era desastroso.”
O melhor que um homem pode ter - John O'Farrell
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